A arte de escrever

“Há dois tipos de escritores: aqueles que fazem você pensar e aqueles que fazem você sonhar.”
Brian Aldiss

Carina Roma julga que os dois tipos de escritores são importantes e se vê como uma mistura deles.

Ela se apaixonou pela leitura e pela escrita desde os cinco anos de idade, quando se alfabetizou nos livros de receitas da madrinha de sua mãe, antes mesmo de começar a frequentar a escola.

O primeiro livro que ganhou, aos sete anos de idade, foi muito significativo e segue sendo importante em sua vida até hoje: “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry.

Ávida leitora e apreciadora de diversos tipos de obras e literaturas, da filosofia aos romances policiais, das obras clássicas aos livros técnicos, Carina Roma manteve acesa em seu coração o amor pela escrita durante toda sua vida. A vida lhe levou por caminhos diversos dos da literatura, mas nunca abandonou, internamente, sua paixão pelas letras. 

Ao completar 37 anos de idade, munindo-se de sua experiência de vida e de sua atuação profissional como psicóloga clínica, Carina Roma passou a unir seus conhecimentos em estórias ao criar personagens e enredos com o objetivo de inspirar os leitores a se autorrealizarem como seres plenos que são, levando em conta o desenvolvimento de suas potencialidades e de sua saúde integral (física, emocional e espiritual). E assim, seus romances começaram a ganhar vida e a dar um novo sentido para a vida da própria autora.

Seu mais sincero desejo é que suas histórias possam penetrar suavemente nas mentes e nos corações de seus leitores e guiá-los a profundas reflexões, a importantes tomadas de decisões, a questionamentos saudáveis e oportunos e a mudanças de rota, quando necessário. Em sua visão, nossa “humanidade”, que inclui nossas falhas, erros, defeitos e paixões, também é divina e deve ser atenciosamente cuidada e trabalhada, sem culpas desnecessárias, mas com a cabível responsabilidade pelo nosso autodesenvolvimento e busca pela plenitude da vida.